Analise da obra “inspirações franciscana para uma educação humanizadora” feita por Alberto da Silva Moreira, por Harley Pacheco de Sousa.
Primeiro é útil delinear o presente vivido com a sensação de mal estar. Assim resultados a distancia que nos separa e a civilização industrial é parte da modernidade. O problema é que se industrializam também os corações e mentes. O pragmatismo produtivista torna as necessidades em aspirações primeiras da humanidade.
Tudo se mede pela possível utilidade e aproveitamento que as coisas possam ter inclusive a educação, onde a escola deve produzir em escala industrial profissional que se integrem ao sistema e o aperfeiçoe além de aproveitar as chances que é oferecido. Todas têm que educar para o mercado e quem não assume a utilidade passam a ser classificadas como utópicas e de grande inutilidade.
Segundo a teoria critica o processo cultural massificado acaba por impedir nossa tomada de consciência. O mundo aparece massificado na sua superfície, escondendo a origem e a historicidade daquilo que é tido como realidade. Uma vez que não controla e não influencia aparentemente não pode mudar o mundo.
A consciência ingênua e massificada supõe que o mundo é assim e a tarefa das pessoas é se adaptar, a grande maioria dos dominadores faz prevalecer o medo de que o pensamento teórico faça aparecer equivocado e supérfluo e que foi conseguido com tanto esforço. Como as pessoas não vêm o contraditório, se enchem de contraditório com promessas de bem estar para esquecer-se da desumanidade e crueldade do mundo, pois pertence a essência da dominação proibir o reconhecimento dos sofrimentos que ela produz.
Haja o que houver devemos estar de bem com a vida esquecendo o sofrimento, podemos dizer então que vivemos num mundo de coisas vãs onde as promessas de felicidades são falsas e não humanizadas.

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