O objetivo de estudar o tema é de ajudar o homem a conhecer a si mesmo.
Esse tema vem sendo discutido a muito tempo, porém, ele sempre foi deixado nas mão dos filósofos.
Atualmente tentamos utilizar a ciência para avaliar esse fenômeno, porém, é muito difícil já que a ciência não dispõe de técnicas e de instrumentos que permitam tal avaliação, além de ser impossível abarcar todos os pormenores do fenômeno humano.
Não há unidades exatas que sejam capazes de mensurara maior parte dos fenômenos humanologicos, o progresso dessa área talvez tenha surgido levemente por meio da psicologia, porque alguns testes parecem mostrar algumas poucas características da personalidade, mesmo os testes sendo limitados ao momento da aplicação.
sendo assim entendemos que o melhor modo de estudar a personalidade do sujeito é comparando as historias dos indivíduos.
O autor promove a Idea de relação entre antropologia, sociologia e psicologia como campos de pesquisas indissociáveis para investigação do fenômeno humano e afirma que sugira uma nova ciência que juntara a biologia a essas outras disciplinas.
Sociedade são grupos organizados e cultura é a repetição de comportamentos dos sujeitos.
O autor afirma que na personalidade há necessidades físicas e psíquicas independentes, sendo que o melhor é não fazer nenhuma classificação acerca das necessidades psíquicas, pois a classificação é difícil, pois uma ação contribui para satisfazer varias necessidades, sendo a única mais operativa a reação emocional, pois, o homem usando de padrões culturais pode interagir com outros sem ter reações emotivas mais isso não vai satisfazer as necessidades e ele sofrerá de solidão e isolamento, essa reação é o que faz o individuo se relacionar socialmente.
A reação emotiva é muito importante para a vida do sujeito.
O autor enfatiza algumas necessidades psíquicas importantes.
Reação emocional
Segurança a longo prazo e certeza garantida
e Novas experiência.
A experiência do sujeito depende de sua experiência enquanto sujeito, é impossível dois sujeitos terem ambientes iguais.
Nossa espécie não é a única que organiza em grupos, porém é a única em que cada sujeito tem que aprender ou inventar todas as suas tarefas e que se desenvolve de qualquer modo, que possui um mecanismo individual que funciona sob qualquer função.
O homem é o produto final de um processo de evolutivo no sentido de individualização crescente.
Cada homem é obrigado a desenvolver seus próprios padrões de conduta, e a isso damos o nome de subjetividade, esses padrões se tornam hábitos e essa variação é quase infinitamente cheia de possíveis variações.
De onde quer que tenha surgido a humanidade todas as culturas tem semelhanças comuns, porém a mais significativa é que as sociedades lutam pela vida.
O homem não consegue viver sem o outro, pois é extremamente ligado aos grupos em que nasceu às pessoas vivem em uma sociedade já florescida, até surgem novas sociedades, mas a maioria das pessoas vive nas que nasce.
As sociedades são unidades funcionais e operativas como um todo que é capaz até de eliminar aqueles que não se enquadram no todo.
Para viver em sociedade é necessário se submeter a diversos sacrifícios em prol do próximo, cedendo até mesmo uma quantidade de liberdade individual, e a maior parte dos sujeitos nem tem consciência disso.
Todas as atividades da sociedade estão divididas entre seus membros, para a sociedade sobreviver ela precisa de pessoas especialistas em áreas distintas e pessoas que deixem trabalhos para os outros.
A cultura permite que nos possamos predizer um comportamento com alto grau de assertividade. ”EM ROMA AGE COMO OS ROMANOS”.

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