Segundo o autor na historia atual os homens são submetidos ao poder de terceiros legitimados pelo espírito universal chamado por ele de mercado ideológico, afirma que com a derrubada desse modelo de estado chegaremos à liberdade individual de modo singular e isso mudara a história.
Segundo o autor as riquezas espirituais dependem das riquezas efetivas e só assim que cada individuo será libertado da alienação e do consumismo.
A idéia do autor é pegar o poder e dividi-lo entre os homens de modo recíproco, esse contexto é chamado IDEALISMO.
As relações não devem procurar um período na historia para se encaixar, mas fixar-se em si.
As coisas podem e devem ser explicadas com critica intelectual e por meio desta idéia devemos rejeitar as “baboseiras” que emergem das relações sociais atuais.
A revolução é a força motriz da história e ela mostra que a história não termina com os espíritos chamados de espíritos autoconscientes, mas nem sempre se encontra um estagio material, uma soma de forças de produção.
Aí no final das contas as circunstancias fazem o homem e o hem faz as circunstancias.
Segundo o autor a historia passa de geração em geração e essa geração que recebe essa história é uma massa de produções e isso já nos prescreve como sendo suas condições de vida.
A soma das forças capitais, forças produtivas, e o intercambio que acontece entre os indivíduos é chamado de essência e substancia do homem, essa substancia e essência é o que tanto os filósofos combateram.
As condições impostas quando encontradas decidem se a revolução proposta pela história será ou não forte o suficiente para abalar as bases do sistema encontradas.
Se as condições não estiverem satisfeitas não adianta falar 10000 vezes sobre a revolução o que provas essa afirmação é a história do comunismo.
A história até agora ou não levou em conta as bases efetivas da história ou só considera o decurso como algo colateral.
A história é escrita de uma vista fora dela e isso faz parecer que as relações efetivas são supra mundo ou extra mundo.
A relação homem e natureza é excluída da historia, logo, a história só é vista como ações políticas e ações do estado.
Segundo o autor o pensamento das classes dominantes são os pensamentos de cada época, portanto, a classe social dominante material é também a classe dominante espiritual.
A classe dominante tem poder para difundir o domínio espiritual porque tem poder material para isso.
O que difere os dominantes dos dominados é o pensamento, pois a classe que domina tem consciência e pensa, dominam como seres pensantes como produtores de pensamentos.
No modelo social predominante há uma divisão do trabalho, uma parte é individual e outra intelectual, sendo que um aparece como pensadores e outro como recebedores da divisão e isso se desenvolve até uma possível inimizade entre essas classe., porém, tal inimizade cai por terra quando começa a afetar ela mesma, com isso o poder intelectual da classe dominante deixa de ser objeto ruim e passa a ser um modelo de como fazer as coisas.
Cada classe que começa a herdar o domínio começa a engendrar seus objetivos e interesses nos pensamentos abstratos, afirmando discretamente que seus interesses são comuns a todos da sociedade.
Nisso surge a classe revolucionaria que começa legitimada e até pode ser legitimado, pois no inicio o interesse é a revolução mas posteriormente aquele que era revolução fica acima da burguesia e, porém, a partir daí surge uma revolução mais forte e aguda.
isso só vai acabar quando não for mais necessário apresentar um pensamento que seja valido por um interesse particular ou universal, isso só é possível se separarmos os indivíduos dominantes dos pensamentos dominantes.

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