Contrapondo-se ao idealismo, não aceitava que o fundamento do conhecimento possa se constituir de idéias presentes ao espírito e anteriormente a qualquer experiência sensível. Não crer que não há idéias inatas porque o conhecimento se baseia nas impressões e idéias sendo que as primeiras são verdadeira origem de qualquer conhecimento a tal ponto que se pode reconhecer q validade de uma idéia quando somos capazes de detectar impressões de que procede.
Existe diferença entre percepção da mente quando sente dor e quando relembra porque pode-se copiar a sensação de dor por meio da lembrança, mas jamais será vivaz como a sensação original, o máximo que podemos dizer é que lembramos de modo que quase sentimos.
O mais vivo pensamento é inferior a sensação e Isso vale pra todos as disposições de mente. Quando refletimos o pensamento é um espelho, mas não remonta a percepção original.
As percepções são divididas em duas classes as do pensamento e das idéias que são as menos fortes e as mais fortes que são as impressões no sentido de percepções mais vivas. Idéias são impressões menos vivas de sensações ou movimento que faz a primeira vista o pensamento parece ilimitado, mas na real está encerrado dentro de limites estreitos porque se limita a combinar e transpor materiais fornecidos pelos sentidos e experiência.
Em resumo todos os materiais do pensamento derivam da sensação interna ou externa e só a mistura e composição desta dependem da mente e da vontade. Todas as idéias por mais complexas que sejam se resume em idéias simples. Mesmo as idéias derivam dela mesma, surgem da reflexão que fazemos sobre as operações de nossa mente,
Admite-se facilmente que outros possam ser dotados de muitos sentidos que nós sequer imaginamos, porque as idéias de tais coisas nunca foram introduzidas em nós da única maneira possível, pela sensação

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