Devo alerta que esse resumo não comporta toda obra, pois infelizmente o Whisky não permitiu, portanto, lleia o original, use esse texto como mero elo entro você e a oba original. Não compactue com a pseudo cultura.
Esse texto do Espinosa é excelente, principalmente o começo.

Segundo Espinosa a vida ensina a ser fútil e nada que façamos é bom, entao, se há algo verdadeiramente boa e que dê para sempre alegria contínua, parece insano abandonar isso, tipo, trocar uma coisa certa por uma incerta, isso é vrdd prq é pela honra e riqueza segundo Espinosa q se adquire comodidade, mas pra buscar uma verdd precisa-se abster destas coisas, prq se abstendo saberemos se delas depende a felicidade. Mas não é possível chegar a esse novo modo de vida sem mudar a conduta da existência prq as coisas da vida que são boas são: riqueza, honra e a concupiscência. Por elas poderá se chegar a outros bens. Por meio disso, ficamos de tais modos possuídos que não pensamos em outras coisas, mas após o fim segue-se a tristeza que perturba e embota.

Quando buscamos as honras e a riqueza nos distraímos e quando alcançamos são tidas como bem sumo, a busca da honra nos distrai prq é um bem por si e a tudo se dirige, além de ser uma coisa que não aparece facilmente como na concupiscência. Quaisquer umas dessas coisas que aumentar, aumentará a alegria, logo, sempre queremos aumentá-las. Quando nos virmos frustrados alguma vez nessa esperança de não alcançar essas coisas, surge uma extrema tristeza e tudo isso impedia a dedicação ao novo modo de vida

Depois de ter se dedicado a isso achaque deve-se abandonar tudo e entregar ao novo empreendimento (busca pelo bem verdadeiro sumo) deixando um bem certo pelo incerto e depois de assídua meditação deliberamos os males certos por bens incertos. Bom seria um remédio que desse esperança, mas tudo que queremos não tem remédio que dê.

Existem muitos exemplos que mostram que donos das riquezas, sofreram perseguição até a morte sendo que se expuseram a perigos e que no final pagaram com a vida a pena de sua tolice. Nem menos numerosos são os exemplos dos que, para conseguir a honra ou defendê-la sofreram. Por último, há inúmeros exemplos dos que aceleraram a sua morte pelo excesso de concupiscência.

Esses exemplos nos mostram que toda felicidade ou infelicidade consiste em saber o quanto amamos algo. Nunca surgem brigas pelo que não se ama e não há tristeza se não há emoção. O amor é eterno e infinito e alimenta a alma de pura alegria sem tristeza, logo, devemos procurar com todas as forças. O grande problema é que não percebemos com clareza que por isso é difícil desfazer-se de toda avareza, concupiscência e glória.

No começo os intervalos entre pensamentos duravam pouco, mas tornaram se mais longos e frequentes a medida que eu vamos conhecendo o verdadeiro bem principalmente depois que vemos que a aquisição de dinheiro ou a concupiscência e a glória só prejudicam.

A fraqueza humana não alcança ordem pelo conhecimento, mas concebe uma natureza mais firme quando está inclinado a buscar a perfeição e tudo que se pode para chegar a isso e isso é o verdadeiro bem e o sumo bem é gozar com outros indivíduos dessa natureza que só é possível com o conhecimento de si.

Para isso é necessário fazer outros entenderem como nós pra que o intelecto sejam convergentes, mas para que isso aconteça é preciso tbm entender a natureza a sociedade e a filosofia moral além da doutrina da educação sem deixar de estudar a medicina e sem desprezar a mecânica.

Devemos cuidar e nos esforçar pra colocar o intelecto no caminho reto e supor algumas regras pra vida fazendo tudo o que não traz impedimento e que agregue ouvidos para a verdade, dos prazeres para gozar da saúde e procurar por dinheiro, mas só pra sustento da vida e da saúde imitando os costumes das sociedades que não se opõem ao nosso fim.

Dando o devido cuidado pra percepção de ouvir qualquer sinal do outro (convencional) percepção originada da experiência mesmo as que não são orientadas pelo intelecto, além da percepção que mostra a essência das coisas.

Para escolher o melhor modo de perceber precisamos conhecer a nossa natureza e o que desejamos aperfeiçoar saber da natureza das coisas o quanto for necessário, deduzir corretamente as diferenças, concordâncias e oposições das coisas e como conferir isso, assim será fácil.

Conhecimento nos é necessário prq nos mostra o caminho e o método p conhecer as coisas, por isso não se deve conceber uma investigação sem fim, deve saber qual é o melhor método pra investigar se saber que outro método não é necessário pra investigar o método que investiga, ou seja, não é necessário um método que investigue um método e sim o infinito prq se pensarmos assim veremos que uma coisa depende de outra.

Os homens construíram no começo coisas gradualmente, primeiro as fáceis imprecisas, fáceis precisas e complexa e assim se sucedeu tbm com intelecto construindo gradativamente o que é sabedoria. Nada é essência objetiva porque para saber que sei, primeiro preciso saber, por aí se vê que nada mais é que a própria essência objetiva a saber como sentimos a essência formal.

Ninguém sabe o que é suma certeza a não ser aquele que tem idéia adequada objetiva de algo, isso é crtza objetiva. A verdade não precisa de sinais, basta a essência objetiva, as idéias sem duvidas, sendo o verdadeiro método p alcançá-la é a essência objetiva das coisas ou idéias. Método não é raciocinar para inteligr=ir, mas inteligir o que é a idéia verdadeira distinguindo das outras percepções investigando a natureza delas.pra conhecer nossa potência de inteligir entendendo tudo que deve ser entendido se cansando de inutilidades.
Daí se deduz que o método nada mais é que o conhecimento reflexivo ou a idéia da idéia; e porque não existe a idéia da idéia, a não ser que exista uma idéia, logo o método não existirá se não houver antes uma idéia. Alem disso entre duas idéias a mesma razão existe essências formais das idéias, ou seja, conhecimento reflexivo da idéia do ser perfeitissimo. Deve existir em nós uma idéia verdadeira em q se compreende a diferença entre essa percepção e as outras e isso consiste em parte do método.

É obvio que quanto mais nos entendemos, entendemos a natureza e essa parte do método será cada vez maior quanto entendermos a nós e será perfeitissima quando conhecermos o conhecimento do ser. Quanto mais conhece a si e a natureza, mais facilmente vai se abster das coisas inúteis. A idéia deve conviver com sua essência formal pra que possamos relatar a idéia perfeita de natureza a fim de que ela seja a fonte das outras idéias. Vimos até agora pra onde devemos dirigir nossos pensamentos, qual é a melhor percepção, qual é o caminho onde devemos insistir para começar bem e se existe idéias verdadeiras pra investigar.

Devemos distinguir e separar as percepções verdadeiras das falsas, o que quero é que os leitores prestem atenção à distinção existente entre a percepção verdadeira e todas as outras. O autor não explica a essência de cada percepção prq acha q isso é a filosofia q deve fazer, mas diz que o método postula e versa sobre como se libertar da percepção fictícia; sendo que considera percepção como existente ou essência, que são consideradas como existentes, quando se finge só a existência, e a coisa que se finge em tal ato é inteligida ou se supõe inteligida. Por exemplo, finjo que Pedro, a quem conheço, vai para casa, me visita e coisas semelhantes. Aqui pergunto, sobre que versa essa idéia? Vejo que versa apenas sobre coisas possíveis, mas não acerca de necessárias nem de impossíveis. Coisa impossível pro autor são as q a natureza é contraditória com a existência; Coisa necessária são as q a natureza são contraditórias com a não-existência e as coisas possível aquela cuja existência por sua natureza não é contraditória com a existência ou não existência, mas cuja necessidade ou impossibilidade de existir depende de causas ignoradas por nós, enquanto fingimos sua existência e por isso, se sua necessidade ou impossibilidade, que depende de
causas exteriores, fosse conhecida por nós, nada poderíamos fingir também sobre elas. Agora que sei que existo, não posso fingir que existo ou não existo, nem posso fingir um elefante que passe pelo buraco de uma agulha, pois a ficção não acontece.

Quanto mais se concebe a existência, mais confusa ela é concebida e mais facilmente pode ser atribuída a qualquer coisa, já ao contrário é a natureza, quanto mais particularmente se concebe, mais é entendida e dificilmente se atribui a outra coisa que não a própria. Se prestar atenção não veremos nada que não condiga com o que dissemos, desde que primeiro vejamos que podemos errar e estar agora errando.

Temos que estudar sobre o que se supõe como impossível para que se tornem claras pra vê se não fingem nada; Concluamos, brevemente como não se deve de modo algum temer a ficção, confundindo-a com as ideias verdadeiras. Entendidas assim essas coisas, passemos agora à pesquisa da ideia falsa. idéia falsa se refere, à existência da coisa cuja essência é conhecida, ou à essência, da idéia fingida.

No que diz respeito ao erro das essências ou ações, tais percepções são sempre confusas, compostas de diversas percepções confusas das coisas existentes na Natureza, por isso nos convencemos de que há deuses nas florestas. Mas as idéias claras nunca podem ser falsas, pois das coisas que se concebem clara são simplicíssimas. não pode ser falsa, prq qualquer um verá, contanto que saiba o que é a verdade, ou o intelecto, e ao mesmo tempo o que é a falsidade.

o pensamento verdadeiro se distingue do falso não apenas por uma denominação extrínseca, mas principalmente por uma intrínseca.

se alguem concebeu uma construção, ainda que essa construção nunca tenha existido nem venha a existir jamais, seu pensamento, entretanto, é verdadeiro, quer a construção exista, quer não. há nas ideias algo de real que distingue das falsas as verdadeiras, nos resta investigar a fim da verdade e conhecer as propriedades do intelecto; a forma do conhecimento verdadeiro deve achar-se no próprio conhecimento, sem relação com outros, nem conhecer o objeto como causa, mas deve depender do próprio poder e natureza do intelecto.

oque constitui a forma do conhecimento verdadeiro há de procurar-se no próprio conhecimento e deduzir-se da natureza do intelecto.

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