Segundo os autores a psicologia social não é uma disciplina única em conceituação porque há diversas controvérsias nas várias definições já que pode ser vista por diversos ângulos, sejam filosóficos, psicológicos ou filantrópicos. (p. 49). Psicologia do povo, das multidões, da mente grupal, opinião publica e representações sociais.
Na questão metodológica a psicologia social está numa batalha entre o modus operandis e outros teóricos enfaticamente argumentando as vantagens do qualitativo outros defendem o ecletismo ainda há aqueles que são contra a medolotatria. (p. 49).
O marxismo também não é unívoco, já que possui diversas doutrinas estabelecidas. O marxismo só não tem ainda mais doutrinas porque sabe-se quem são seus fundadores e pór isso embora haja novos conceitos tenta-se manter se.
O que aproxima a psicologia social do e o marxismo não são apenas as controvérsias e as polissemias, mas ambas são realidades históricas cujo valor está alem das possibilidades de definir-lhe-ás. (p. 49). Ambas são as maiores tentativas de movimentos reformistas e revolucionários internacionais criticadas.(50).
Aproximação entre a psicologia social e o marxismo está na tentativa de se afastar da lógica positivista que se limita apresentando a historia de um ponto de vista idealista onde as ideias psicossociológicas se apresentam encadeadas como se uma descendesse da outra de modo revel as modificações sociais, políticas e econômicas que lhes são subjacentes.
A psicologia social se proliferou devido a migração dos psicólogos alemães pelo mundo esse levaram consigo as perspectivas positivistas, mas atualmente a psicologia social se coloca radicalmente desfavorável a esse olhar, focando-se em alternativas mais vinculadas as criticas e as transformações sociais. (51).
A postura idealista proposta pela psicologia social que abarca as leis gerais das relações sociais separam o saber psicológico do vinculo social e dos compromissos políticos, se separa das funções que invariavelmente tem nas configurações sócio políticas e econômicas. (51).
Portanto, idealismo não é bem visto, porém uma perspectiva hitórico dialética se coloca numa relação de determinação recíproca, então, para justa apreciação acreditamos numa perspectiva que seja dialética, mas que não incorra no relativismo que se contente em afirmar a transitoriedade incondicional das normas e dos valores. (51).
A psicologia social se aproxima do marxismo porque ambas são ofensivas as suposições que caracterizavam a hegemonia do experimentalismo cognitivista que culminavam no conformismo imanente.
Os psicólogos sociais passaram a reivindicar uma ruptura para os estudos realizados e dedicam-se as originalidade focado na transformação.(52).

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