Sugiro que o presente texto ou qualquer outro de mesmo cunho seja estudado anteriormente a obra original, tendo em vista que mesmo não havendo complexidade e o modo de Skinner escrever seja claro e conciso há termos e pensamentos que esse texto serve como facilitador.
Skinner inicia a obra fazendo uma critica ao modo servil a qual a ciência está sendo usada, pois o homem pode por meio da ciência construir um mundo sadio, mas jamais esteve tão longe de concretizar esse objetivo, pois cientistas estão por criar uma reação em cadeia que pode destruir o mundo não compreendem que as ciências é uma perigosa arma nas mãos de pessoas que não a entende.
A ciência nos permite aumentar o domínio sobre a natureza, mas não prepara para os problemas sociais que disso decorre. Não é surpreendente se quisessem abandoná-la, isso traria alivio se fosse dirigida a orientar a humanidade para coisas como arte.
Em outro prisma talvez não seja a ciência o que esteja errado, mas sua aplicação, não há sentido na investigação da natureza a não ser que esteja também incluso a natureza humana, pois nesse caso serão sabiamente aplicados.
A dificuldade na aplicação da ciência do comportamento humano é difícil porque os investigadores procuram fatos ai invés de ver como eles aparecem e a partir disso tomar decisões para caminhar para um mundo melhor.
A ciência e mais que mera descrição de acontecimentos, mas uma tentativa de relacionar e ordenar acontecimentos, desse modo não só descreve, mas também prevê tratando o passado e o futuro. De modo algum afirma-se que o comportamento humano é determinado ou ordenado, mas apenas pressupõe-se.
Tudo que o homem faz é resultado de condições que podem ser especificadas e que uma vez prevista pode ser alterada.
Esse conceito desagrada a muitos porque não vê o homem como agente livre, cujo comportamento é resultado não de condições anteriores, mas por mudanças interiores espontâneas. Esse ponto de vista ameaça nossas aspirações materiais e espirituais sem levar em conta o quanto podemos ganhar admitindo que o comportamento é objeto de uma ciência.
Ciência é um processo intelectual único que produz notáveis resultados, as características da ciência, não se restringe a nenhum assunto particular, mas deve ser identificada como exata. Os homens vêem as coisas como querem e não como são, a ciência é quem busca a ordem e a uniformidade das relações ordenadas entre eventos.
O comportamento é algo que mesmo que seja observado por anos, não somos necessariamente capazes de exprimir uniformidades adequadas de ordenação. É uma disciplina difícil porque é sempre complexa, mutável, fluida e evanescente, por isso faz grandes exigências do cientista.
O relato singular de um evento não levanta problemas teóricos e não acarreta conflitos com as doutrinas do comportamento humano. O principio de indeterminação diz que há circunstâncias sob os quais o cientista não pode colocar-se na posse de todas as informações relevantes e que por isso se escolhe um evento que possa se observar. Uma vez que o comportamento humano é completo e o organismo humano limitado, muitos atos podem incluir processos que tem princípios de indeterminação que se aplique.
Não se sugere, porém que o comportamento humano seja livre, mas pode estar além do alcance de uma ciência preditiva e controladora. Uma resposta definitiva para questão da regularidade deve ser procurada, mas não nos limites de um mecanismo hipotético qualquer dentro do organismo, mas na nossa habilidade em demonstrar a regularidade no comportamento do organismo.
Cada ação de um individuo é única, como cada evento em físico ou químico, Skinner parece não ser conivente nem achar adequada a indução, mas acredita na ordenação de comportamentos aferidos por meio de dedução. Trata de um modelo matemático de probabilidade e não de causa e efeito individual, pois cada ser humano é único.
Freqüentemente, conseguimos reduzir a complexidade a um grau razoável simplificando as condições no laboratório. Quando isso é impossível uma analise estatística pode ser usada para conseguir uma previsão mais aceitável, o behaviorismo é pragmático, observa-se, analisa-se, pois a simplicidade do laboratório revela a relevância de fatores que poderíamos de outro modo deixar passar.
O behaviorismo usa o controle para compreender os processos implicados e prepararmos a nós mesmos para os problemas que certamente surgirão. A relação de causa e efeito não sugere como uma causa produz seus efeitos meramente afirma que eventos diferentes tendem a ocorrer ao mesmo tempo em uma ordem.
As variáveis que estão fora do organismo explicam o comportamento em um ambiente imediato e em sua historia ambiental porque possuem status físicos para quais técnicas cientificas são adequadas e permitem explicar o comportamento. Desejamos avaliar a probabilidade e avaliar como se dão o aumentar e diminuir a probabilidade.
Se quisermos prever o comportamento devemos conhecer o máximo possível as variáveis, por isso precisamos ser capazes de manipulá-las. O comportamento é uma característica do ser vivo é um movimento que serve para alterar o ambiente. Descartes deu um passo importante ao sugerir que parte da espontaneidade das criaturas vivas era apenas aparente e que as vezes o comportamento humano podia ser iniciado por ação externa.
Quanto mais o comportamento dos organismos for explicado em termos de estímulos, mais e mais se reduzira o território ocupado por explicações interiores. Certa parte do comportamento é eliciada por estímulos e por isso é preciso à previsão do comportamento. Se reunirmos todos os comportamentos reflexos temos apenas uma pequena parcela dos comportamentos.
O ambiente afeta o organismo de vários modos que não podem ser convenientemente classificados como estímulos, pois apenas uma parte das iniciações agem sobre o organismo. Se você conhece os estímulos pode induzir as respostas.
Reflexos condicionados é um processo de substituição de estímulos.
A mudança ocorre quando um estímulo neutro adquire o poder de eliciar respostas que originalmente eram eliciadas por outro estimulo efetivo, nisso os reflexos estão ligados ao bem estar do organismo, porém o comportamento reflexo que envolve o meio ambiente externo é também da mesma maneira importante.
Só o processo evolutivo pode fornecer um mecanismo pelo qual o individuo possa adquirir respostas a configuração particulares de um dado ambiente. Mesmo ampliando a esfera dos estímulos eliciadores o condicionamento não abrange todo comportamento do organismo, pois todas as respostas reflexas são apenas parte do comportamento.
O condicionamento proporciona novos estímulos controladores, mas não pode acrescentar novas respostas. Os reflexos raramente são e importância pratica, mas pode haver situações em que estejamos interessados em fazer alguém agir de determinado medo, então recorremos a estímulos condicionados ou incondicionados.
É importante entender que existem respostas condicionadas que poderão ser eliciadas por estímulos verbais. Cria-se pré-disposições associando estímulos e comportamentos a outros estímulos.
Os publicitários sabem que algumas respostas e atitudes eliciadas por determinados estímulos podem ser transferidos para produtos, marcas e etc.
Às vezes estamos interessados em induzir algumas respostas emocionais que vão contra outra ou que equilibre seu efeito, para isso podemos usar estímulos antes condicionados, podemos eliminar respostas condicionadas apresentando o estimulo condicionado e refinando o reforçador.
Os reflexos referem-se principalmente a fisiologia do organismo, porém, estamos mais interessados nos comportamentos que geram efeitos no ambiente ao redor, mas isso não é necessariamente positivo.
Segundo Skinner, as conseqüências podem retroagir sobre o organismo e quando isso ocorre pode alterar a probabilidade do comportamento humano. Em probabilidade lhe damos com variáveis que não causam ocorrência de um determinado comportamento, mas tornam a ocorrência mais provável. Podemos lidar com efeitos combinados de variáveis, onde se avalia a freqüência para refinar a noção de probabilidade, aborda-se e descreve-se o experimento com objetivo de observar as possíveis mudanças de comportamento minando o estilo mal empregado da linguagem nos experimentos.
A conseqüência é contingente e pode tornar um comportamento sem que se possa identificar um estimulo anterior. Há casos em que é extremamente difícil mostrar a relação à iniciação, pois uma resposta que já ocorreu não pode ser prevista ou controlada, podemos prever as semelhantes, logo a unidade de uma ciência preditiva não é a resposta, mas a classe de resposta.
Para descrever a classe usamos a palavra operante porque opera no ambiente para chegar às conseqüências. Conseqüências definem as propriedades que servem de base para definição de semelhanças de respostas.
Um comportamento pode ser definido como um conjunto de atos, operante é um efeito que pode ser especifico em termos físicos, aprendizagem pode ser usada para descrever a predisposição de respostas em uma situação complexa, reforço é evento que fortalece um comportamento e condicionamento são as mudanças resultantes.
Pavlov usou o reforço associado a estimulo, Watson, oferecia estimulo a uma resposta, já Skinner se utiliza do operante que é contingente a uma resposta em que fortalecemos um operante no sentido de tornar a resposta mais provável, não se pode isolar um operante, tão pouco eliminar todos os pormenores arbitrários. É mais simples selecionar uma resposta que ocasione uma mudança no ambiente mais facilmente registrável.
Para que o condicionamento se efetue é necessário que o organismo seja estimulado pelas conseqüências de seus comportamentos, nesse caso a retroação é muito importante. O condicionamento depende da espécie, da presteza dos reforços, assim como de outros fatores. Um único reforço pode ter um efeito considerável.
O ser humano tem superioridade de comprtamentos que são oriundos de outra natureza que as dos animais, ao contrario do que poderia esperar a magnitude do efeito reforçador do alimento pode não depender do grau de privação, mas da freqüência das respostas que resultam do reforço.
Quando o reforço não é dado, à resposta torna-se menos freqüente e a partir daí pode surgir a extinção operante que é muito mais lenta que o condicionamento. O comportamento durante a extinção é o resultado do condicionamento que o precede. Se poucas respostas forem reforçadas a extinção ocorre rapidamente. A extinção não pode ser prevista a partir da probabilidade da resposta, é preciso conhecer a historia de reforçamento. Não há uma relação simples entre o numero de respostas reforçadas e o numero que aparece na extinção, pois extinção é um modo efetivo de remover um operante e não deve ser confundida com outros procedimentos por ter o mesmo efeito.
(Punição – Esquecimento – Ação do tempo – Extinção – Resposta sem reforço)
No comportamento humano respostas geradas por contingencias sobrevivem melhor à metade da vida sem utilização. As primeiras experiências a personalidade do adulto deve-se saber quão reforçador é um evento. A asserção de que experiências primeiras determinam a personalidade do organismo adulto pressupõe que o efeito do reforço operante seja de longa duração;
O comportamento será forte ou fraco em conseqüência de muitas variáveis diferentes. A condição que resulta de extinção prolongada parece superficialmente com a inatividade resultante de outras causas. A diferença está na historia do organismo.
O terapeuta poderá fornecer ou proporcionar condições de vida nas quais o comportamento seja reforçado. Não traz vantagem alguma dizer que algo ajuda o paciente dando lhe sentimentos de realização ou melhorando seu moral, esse termos vem apenas somar-se ao crescente numero de ficções explanatórias.
A única maneira de dizer se um dado evento é reforçador ou não é possível apenas de dois modos, teste direto ou observação direta de respostas selecionadas. Um evento é reforçador apenas sob certas condições existentes. Reforçadores positivos e negativos, em ambas o efeito há reforçadores que são os mesmos, pois nesses casos probabilidades de resposta aumentam.
Estimulo e reforço são diferentes, um operante pode ser condicionado, reforços condicionados são produtos de contingencias naturais e geralmente os reforços são recebidos apenas depois de terem se ocupado de comportamentos recorrentes após se operar sobre o meio a fim de criar oportunidade de saciar.
Muitos dos comportamentos que vem antes de um comportamento reforçado são também reforçadores, esses outros comportamentos são reforçadores condicionados. Um reforçador condicionado será generalizado quando for colocado com um reforçador primário que é útil por que é importante a condição momentânea do organismo. Os reforçadores condicionados são reforçadores apropriados a varias condições em que ao menos um estado ocorrerá.
Reforçadores generalizados nos reforçam automaticamente independentemente a qualquer privação. Somos condicionados por reforços generalizados quando controlamos um ambiente físico. Não é necessário que haja uma conexão permanente entre respostas e reforço. Fora do laboratório vários sistemas físicos são responsáveis por contingencias entre os comportamentos e suas conseqüências. O reforçador sucede a conseqüência como isso acontece não importa. Há tipo de contingências, entre elas as acidentais.
Um operante pode ser reforçador que resulta em comportamento que depende eventualmente de um dado aspecto do comportamento para alcançar uma freqüência tal que seja reforçado muitas vezes.
No comportamento operante supersticioso, nos reflexos condicionados supersticiosos o condicionamento parece oferecer e equipar o organismo com comportamentos eficazes em novos ambientes, mas parece não haver meios de evitar aquisição de comportamentos inúteis.
Não é correto dizer que o reforçamento operante reforça a resposta que a precede. A reposta já ocorreu e não muda o que muda é a probabilidade da resposta futura da mesma classe de resposta e não como resposta particular.
Não devemos dizer que um homem se comporta por causa das conseqüências que seguem o seu comportamento, diremos que se comporta por causa das conseqüências que seguiram um comportamento semelhante ao passado. Deve se avaliar as variações da qual o comportamento é função, atribuímos algo a partir do que vimos, tanto que só atribuímos depois de ver o comportamento.
O condicionamento operante modela o comportamento como escultor modela a argila. Um operante não é algo que surge totalmente desenvolvido, mas comportamento é o resultado de um continuo processo de modelagem.
Uma unidade funcional do coerente do comportamento é um processo continuo de reforço diferencial de comportamentos indiferenciados. Os comportamentos devem ser fracionados para melhor analise.
Ao reforçar um operante muitas vezes aumentamos ou diminuímos a freqüência de outro. Temos que identificar as respostas e não só os elementos reforçadores. O reforço de uma reposta aumenta a probabilidade de todas as respostas que contem os mesmos elementos.
Estamos interessados em como o comportamento é adequado ao modo, mas também como ele é refinado. Ai surge o reforço diferencial de resposta que possuem propriedades especificas.
O reforço desenvolve atividades, deve ser imediato ou seu efeito se perde. É estimulado por disposição ligada ao relato de realização. Quem em quanto o comportamento se dá aparece o reforçado condicionado de sentir.
O relato é necessário para manutenção do poder de reforço condicionado ou feed back. Se as contingencias diferenciais mudarem a topografia do comportamento muda com elas. Usamos reforço diferencial para moldar e intensificar o comportamento de outro que chamamos de controle deliberado. O termo aprendizagem não deveria ser usado porque não é o equivalente a condicionamento operante. Aprendizagem está vinculada ao sentido de processo de aprender a fazer bem algo. Enquanto que condicionamento operante continua a ser eficaz quando não há mudanças posteriores chamadas de aquisição ou mesmo melhore as habilidades, pois o comportamento continua a ter conseqüências e estas continuam a ser importantes.
Se não há mais conseqüências ocorrerá extinção. Não costumamos nos importar muito como originalmente surgiu, mas sim a probabilidade.
Em geral o comportamento que age sobre o meio físico imediato é consistentemente reforçado, mas é possível obviamente perturbar essas uniformidades. Grande parte do comportamento, entre tanto, é reforçado apenas intermitentemente, uma determinada conseqüência por depender de uma serie de eventos não facilmente previsíveis, as contingencias que requerem a participação de outras pessoas parecem ser particularmente incertas.
Como se esperava o comportamento intermitente mostra a freqüência de ocorrência maior. em geral mostra grande resistência a extinção. Aprovação, afeto e favorecimento pessoal com freqüência são intermitentes.

“Intermitente meio físico” em geral o comportamento que age sobre o meio físico imediato é consistentemente reforçado.
Se reforçarmos um comportamento em intervalos regulares o organismo se ajustará pela freqüência de respostas constantes determinadas pela freqüência do retorno. Isso é característica do comportamento humano. A freqüência do comportamento varia de acordo com a proximidade do reforço.
NA razão fixa o reforço depende do comportamento do próprio organismo, a razão das respostas reforçadas pela não reforçadas. O reforço em razão fixa gera uma freqüência muito alta a resposta mesmo que a razão não o seja.
Reforço por razão mostrou que para um dado organismo e uma dada quantidade de reforço há uma razão limite além da qual o comportamento não pode ser mantido. Ultrapassar essa razão resulta em um grau extremo de extinção que denominamos de abulia.
Antes que cesse as respostas do organismo em completa abulia, com freqüência o organismo já não responde por longo tempo apos o reforço, o reforço por razão variável é muito mais poderoso que a razão fixa.
É fácil combinar reforço por razão e por intervalo. Neste caso o organismo responde rapidamente muitas vezes antes de ser reforçados, mas se responde devagar apenas algumas respostas ocorreram antes do reforço.
O condicionamento operante é descrito sem menção a qualquer estimulo que aja antes de ser efetuada a resposta. É um comportamento que não há estimulo que o elicie anteriormente entre o comportamento operante que é emitido e não eliciado. Precisa ter esta propriedade para que a noção de probabilidade de resposta tenha sentido.
Descrevemos a contingencia como o estimulo é a ocasião na qual uma resposta é seguida por um reforço. Discriminação é o processo onde dependendo do estimulo o comportamento ocorre com maior probabilidade. Tríplice contingencia que produzem os operantes discriminativos sai de varias espécies.
As contingencias responsáveis pelo comportamento são geradas pelas relações entre estimulações visuais e táteis, características de objetos físicos. O estimulo discriminativo não elicia a resposta, mas altera apenas sua probabilidade de ocorrências.
Não podemos distinguir com base no controle ou descontrole, pois presumimos que nenhum comportamento é livre.
A distinção entre comportamento voluntário e involuntário é questão de espécie de controle que correspondem à distinção entre estímulos eliciados e discriminativos, os eliciadores parecem ser mais coercitivos. Forçar o operante discriminativo tão inexorável quanto o estimulo eliciador força sua resposta.

Se a maneira como isso é feito e as propriedades qualitativas de relação resultante atestam a distinção podemos dizer que o comportamento voluntário é operante e o comportamento involuntário é reflexo. Quando um estimulo discriminativo tem um efeito sobre a probabilidade de uma resposta vemos que o ambiente presente é realmente importante, mas não é fácil provar a inevitabilidade do controle sem uma discriminação adequada da historia de reforço e privação.
Comportamento é uma atividade continua, corrente, de um organismo integral para analisá-lo em partes ou integralmente, precisamos reconhecer suas naturezas continuas com vistas a resolver problemas comuns.
Cada combinação particular de comportamentos vem a ser uma propriedade distinta de um estimulo discriminativo que eleva a probabilidade de um resultado. Um comportamento adquirido em ocasiões especifica como respostas especiais em situações especificas são reforçadas. Se quisermos especificar a menos unidade possível de correspondência entre estímulos e respostas usaremos a dimensão onde os dois campos serão descritos.
Na diversidade dos repertórios discriminativos a serem considerados a unidade funcional é muito menor que o estimulo ou resposta que aparece em qualquer ocasião especifica e caracteristicamente nós lidamos, mas não é assim sempre tão pequena que possa ser expressada como um caso de correspondência entre campos.
Nosso comportamento é o produto de um conjunto de contingencias que se dividem em unidade de respostas.
Atenção é um controle exercido por um estimulo discriminativo, o estimulo não controla o comportamento do observador, mas o observador que atenta para o estimulo e assim o controla.
O comportamento supõe condicionamento que em particular o condicionamento especial do operante discriminativo. Algum reforço poderá ocorrer imediatamente se o material for interessante ter interesse é apenas um meio de expressar as conseqüências do reforço operante.
O comportamento de procurar é condicionado e reforçado por achar, a atenção é uma relação que controla a relação entre uma respostas e estimulo discriminativo;
Critério é saber se os estímulos estão exercendo algum efeito sobre novo comportamento. O organismo assim com o ambiente é de tal modo construído que quase entram em contato há certos eventos, atividade e ocasiões que ações afetam mudanças no ambiente, a discriminação operante é o efeito correspondente sobre o comportamento.
Uma resposta pode produzir sua conseqüência quando executada certo tempo depois do aparecimento do estimulo. Quando propriedades temporais são tomadas, a tríplice contingencia do operante discriminativo, alguns efeitos especiais o seguem.
O mundo que nos cerca não pode ser negado, não podemos negar que há um tipo de controle pela natureza, pois há interações físicas ocorre. Uma analise aperfeiçoada deve ser maior o entendimento dos meios pelos quais os estímulos geralmente agem. Devemos antes entender qual é a estrutura do mundo que vemos, não devemos julgar esses eventos baseando-se nos efeitos sobre o organismo, mas escrevendo-os em termos da física.
Interesse nas condições ou eventos que exercem efeito sobre o comportamento, eventos estimula apenas dentro de limites. As menores diferenças entre indivíduos podem ser importantes A reação freqüentemente depende das variações nos condicionamentos, motivação e emoção.
Um estimulo quando combinado é suficiente para organizar uma nova reação, onde a resposta será evocada por um estimulo que compartilha com algumas das propriedades do estimulo para quais respostas normalmente é apropriado.
Verifica-se a importância de qualquer dimensão de estimulo examinando o valor de diferentes efeitos.
A indução é o termo que descreve o que o controle adquirido por um estimulo com propriedade comuns é compartilhado por todas as propriedade de estímulos tomadas separadamente.
A discriminação é a forma de ação por parte do organismo. O comportamento pode ser colocado sob controle de uma única propriedade ou de uma combinação especial de propriedade de um estimulo.
Um organismo não adquirirá uma resposta abstrata enquanto não houver agencia reforçadora que disponha as contingencias requeridas. Não há contingencias naturais que reforcem umas respostas na presença de uma única propriedade, sem ralação com outras propriedades.
Abstração só é possível com desenvolvimento de comportamentos verbais, se assim não fosse respostas abstratas não apareceriam nunca, mas esse assunto pode se altamente especulativo se não houver cuidado. Podemos fazer especulações utilizando-se de comportamento verbal como base analisando etologia das palavras, As vezes verificamos que uma reposta está ligada a estímulos que não tem propriedade físicas em comum.
A indução parece ocorrer ainda que faltem propriedades em comum, mas é possível descobrir conexões intermediarias. Se há habito verbal em uma comunidade, a resposta é geralmente aprendida. Podemos explicar a causa de um resultado que é gerado por um ou por outro estimulo. A indução de estímulos com base na relação não apresenta dificuldade em coerência natural se a relação pode ser descrita em termos físicos.
Problema no controle de estímulos em virtude de especulações metafísicas é sobre o que acontece realmente está no mundo exterior e interior como se houvesse percepções de dois mundos. Esse comportamento indica que o perceptual, ou seja, mundo como experimentado é diferente do interior, mas o que ocorrerá é que a diferença reside entre as respostas do organismo sob diferentes estimulações são respostas diferente em tempos diferentes.
Não devemos inferi estímulos onde não é possível observar e incluir condições internas. É razoável supor que a probabilidade sempre fica em algum ponto entre dois extremos e que se a privação for alterada a probabilidade move-se em direção de um ou de outro.
A privação perturba um equilíbrio que o comportamento reforçado tende a restaurar o Equilíbrio é mais fácil medi-lo que observá-lo. Privação consiste na prevenção de ocorrência de um comportamento e a emissão do comportamento é em si saciadora.
Cada modo de saciação deve ser tratada em termos da economia do organismo em que sua significação biológica avaliada de acordo, Certos tipos de operações tem efeitos semelhantes no da privação e saciação ficarão incluídos em motivação.
Em termos tradicionais os organismos têm necessidades biológicas e em função se comportam, essas são chamados impulsos e apetite. Às vezes inferimos eventos internos a partir de variáveis independentes que resulta em prever variáveis dependentes.
O termo impulso serve para descrevermos estados de freqüência de comportamento e não pode responder a questões experimentais. Não se pode alterar o comportamento alterando diretamente apetite, sede ou sexo, mas analisando toda complexidade dessas operações;
Impulso não é estimulo, não é estado fisiológico, não é estado psíquico, não é estado de freqüência, mas são respostas condicionadas que se relacionam e que dependendo da relação entre saciação e privação predominará.
O tempo parece ser a principal variável experimental em certas mudanças que chamamos de ciclo, A qualquer tempo de sua vida, o individuo exibe certo comportamento em certos estados de probabilidade.
Sumario das variáveis independentes relacionadas às questões que podemos responder para explicar a probabilidade do comportamento.
O comportamento é característico da espécie?
Se sim a idade amplitude em que esse comportamento ocorre?
O comportamento varia consideravelmente entre indivíduos?
Qual é a relação relativa do individuo em estudo?
O comportamento mostra mudanças cíclicas em menor escala?
Historia do sujeito com sono?
Historia das saciações e privações relevantes.
Emoção é parte de comportamento padrão particular de respostas de glândula e músculos. As expressões emocionais podem ser imitadas pelo comportamento operante, como no teatro e freqüentemente são modificadas pelo ambiente para se conformarem as espécies.
A emoção pode ser caracterizada como comportamento fisiológico que aumenta ou não a probabilidade de ocorrência de determinado comportamento. As emoções servem para classificar os comportamentos em relação a circunstancias que afetam sua probabilidade. Portanto emoção é uma resposta especifica função de circunstancias na historia do organismo.
Algumas emoções afetam todos repertorio, mas de modo especifico nenhum comportamento permanece imutável quando organismo se torna emocionado, mas respostas relacionadas a aspectos específicos do ambiente. Entretanto, parte do comportamento acarretado por emoção é aparentemente incondicionado e deve ser especificado em termo das conseqüências evolutivas. Estados emocionais é função de comportamentos como qualquer outra variável.
Dependendo de uma variedade de circunstancias, o resultado pode estar próximo da emoção, Emoção e motivação estão muitas próximas e podem ser superpor, privação extrema age com operação emocional.
Se removermos um homem de seu ambiente característico parte de seu comportamento social poderá ser emitido e se tonará cada vez mais provável. Voltara ao ambiente antigo sempre que possível sendo particularmente sociável.
Então, definimos emoção como estado particular de alta ou baixa freqüência de respostas induzidas por classes de operações. Em Eventos, o comportamento emocional de condições manipuláveis das quais o comportamento é função que constitui objeto próprio da emoção. A única possibilidade de eliciar os reflexos é usando o estimulo eliciador condicionado ou incondicionado.
Um estimulo só é aversivo quando sua remoção for reforçadora, Aversivo é “reforçador negativo”, Comportamento seguido pela remoção de estimulo aversivo chama-se fuga, A fuga não é reforço positivo, pois há mudanças de situação e isso é a redução de condição que prevaleceria antes do comportamento. Retirada de um reforço positivo pode ter o mesmo efeito da apresentação do reforço negativo. Esquiva é evitar algo sem afetar diretamente o organismo influenciado por comportamento que não chega acontecer.
Os estímulos são separados por intervalos de operação em que o individuo executa os comportamentos que previnem a ocorrência e reduz a magnitude do estímulo.
Isso faz com que surja o estimulo reforçado negativo condicionado e por isso qualquer ação que reduza é reforçada através de condicionamento. A ansiedade é o resultado de comportamentos eliciados por estímulos aversivos precedidos por estimulas característicos de esquiva. Obviamente ansiedade tem sua contrapartida na antecipação funcional quando o efeito do estimulo que precedem ansiedade é estado e não causa.
Punição é apresentação do estimulo que não é reforçador e que não é necessariamente administrado por outros organismos e que não há possibilidade de fuga ou esquiva. Punição está em situação imediata e não precisa ser seguida por qualquer mudança no comportamento posterior.
Auto controle é o controle exercido sobre uma variável que é função de comportamento pelo próprio organismo, a ênfase da analise está no comportamento e não no organismo que se comporta, mas o individuo parece até certo ponto modelar seu próprio destino.

O homem se controla precisamente como controla o outro através de manipulação de variáveis das quais o comportamento é função, Autocontrole identifica o pensamento a ser controlado. O individuo controla parte do comportamento quando há tanto reforço positivo quanto negativo. Autocontrole acontece quando o sujeito diminui a freqüência de comportamentos punidos, ou seja, comportamento de esquiva ou fuga automaticamente em redução do aversivo. Qualquer comportamento capaz de substituir outro é automaticamente reforço e consegue enfraquecer um comportamento ruim reduzindo o aversivo
As conseqüências positivas e negativas geram duas respostas relacionadas com a controlada e afetam variáveis de maneira a mudar a probabilidade de outra a controlada.
Existem formas diferentes de autocontrole. Técnicas de restrição e ajuda física, controle de comportamentos por meio de restrições físicas
Em cada comportamento do controlador, impõe restrição física sobre a resposta a ser controlada.
No autocontrole o comportamento é prevido pelo organismo e a situação pode ser resolvida antes que o controle seja resolvido. Há um tipo de autodeterminação no momento da decisão de qual curso de ação deve ser seguido. O individuo faz isso manipulando algumas variáveis da qual o comportamento é função, Essa variáveis geralmente são oriundas do próprio comportamento privado, mas o processo parece ser o mesmo quando as variáveis são publicas. O processo de decisão se assemelha ao autocontrole, mas difere quando as variáveis operam em favor de uma única alternativa. Utiliza-se também de variáveis menos especificas embora sejam usados também variáveis de motivação e condicionamento.
Para resultados mais diretos manipula se os estímulos e se todos os cursos de ação importantes mostram algumas probabilidades de emissão antes de nós decidimos entre eles, há técnicas que permitem encontrar fontes suplementares de probabilidade. O processo de decisão pode terminar antes que o ato seja executado anunciando a decisão e assegurando conseqüências aversivas se essa previsão do nosso comportamento futuro não for cumprida.
O individuo manipula variáveis relevantes ao tomar uma decisão, porque fazendo isso tem conseqüências reforçadoras. Alternativas em conflito levam a oscilação entre formas incompletas de respostas que podem ser poderosamente aversivas, mas qualquer comportamento que termine com conflito serão positivamente reforçados.
Quando examinamos cuidadosamente uma situação aumenta a probabilidade de que a respostas consiga reforço máximo, mas parecer que o comportamento de tomar decisões é deficiente.
Haverá circunstancias em que o individuo manipula variáveis para afetar respostas que não podem ser identificadas antes de emitida e não ser capaz de identificar uma resposta não significa que não podemos emiti-las, porem as decisões não estão prontas no comportamento do organismo inferior, mas podem estar presente e isso é resultado de reforços especiais. Embora o individuo possa encontrar muitas maneiras de decidir é mais provável que as técnicas sejam ensinadas.
Nesse contexto surge a resolução de problemas que é uma resposta que altera a situação de forma que as respostas com grande probabilidade de emissão possam ser emitidas. Uma vez ocorrida à solução o problema desaparece porque a condição essencial foi eliminada, em um futuro a resposta já terá surgido como solução e ocorrerá por ter sido reforçada em circunstancias semelhante.
Solução é qualquer comportamento que através da manipulação de variáveis torne mais provável o aparecimento de uma solução. O aparecimento de uma solução não garante a resolução do problema. O organismo aprende como tentar, emitem repostas em grande numero e por causa do sucesso anterior e talvez de acordo com certas características do problema.
Um meio de encorajar a emissão de respostas é a manipulação de estímulos para resolver um problema e fazer aparecer uma solução na forma de respostas. Uma solução é uma respostas que existe com alguma probabilidade de emissão no repertorio do individuo, se o problema para ele for solúvel.
Não há cem por cento de originalidade, sempre há alguma adição a probabilidade de emissão de respostas pela indução de estímulos de situação semelhante. Contudo a indução também parece ser resultado de uma determinada historia pessoal e de processos elementares perfeitamente definidos. Portanto novas idéias são respostas nunca antes emitidas nas mesmas circunstancias sem implicar qualquer elemento de originalidade nos indivíduos que as emitiu.
Ambiente é qualquer evento no universo capaz de afetar o organismo. Parte do ambiente está dentro da pele do organismo. Há variáveis independentes que podem se relacionar ao comportamento de modo singular. Por isso podemos dizer que há parte do universo privado por sua acessibilidade ser limitada por natureza de estruturas especiais.
A resposta verbal é um operante discriminativo reforçado quando o emitido na presença de estimulo em certas ocasiões. Podemos recorrer a acompanhar eventos públicos do evento privado, observando eventos públicos oriundos de privados, porem esse método não é inseto de erros, pois os eventos podem não se relacionar. Há outra possibilidade que é a analise da linguagem metafórica. O ambiente seja publico ou privado parece permanecer indistinto até que o organismo seja forçado a fazer distinções.
Experimentos confirmam a opinião de que o comportamento discriminativo espera deles contingencias que forçam as discriminações, então como muito a observação também é um produto das contingencias discriminativos, então se a discriminação não pode ser forçada pela comunidade, pode não aparecer nunca.
Quando se utiliza o comportamento verbal cuidado com o comportamento verbal encoberto que pode ser detectado com analise minucioso. Principalmente relacionado com comportamento social que é o comportamento entre duas ou mais pessoas em relação a outra ou em conjunto em relação ao ambiente comum.

Uma lei social deve ser gerada pelo comportamento de indivíduos porque são sempre o indivíduos que se comportam com o mesmo corpo e de acordo os mesmos processos usados em uma situação não social. Logo o comportamento do organismo pode ser explicado em termos de contingencias que pode ser explicada em termos de contingencias de reforços.
O comportamento do individuo explica o fenômeno no grupo, e que se aplicar nossa analise aos fenômenos do grupo é um modo excelente de testar sua adequação e se formos capazes de explicar o comportamento de pessoas em grupos sem usar nenhum termo novo ou sem pressupor nenhum novo processo ou principio, terá demonstrado uma promissora simplicidade de dados.
O comportamento social surge porque um organismo é importante para outra parte do ambiente. Reforços sociais requerem a presença de outras pessoas sendo que em alguns o sujeito participa apenas como objeto, não se pode descrever o reforço sem referencias ao outro organismo, mas o reforço social é uma questão de mediação pessoal.
O comportamento verbal sempre acarreta reforço social e deriva suas propriedades características desse fato. A reposta não tem efeito no ambiente mecânico, mas em um ambiente verbal apropriado pode levar ao reforço primário.
Os reforçadores generalizados são sociais porque o processo de generalização requer a mediação de outro organismo. O reforçado por pessoas são ditados pelo reforços do ambiente. O reforço social varia de momento para momento, dependendo da condição do agente reforçador. Sendo assim respostas diferentes podem conseguir o mesmo resultado dependendo de cada ocasião. O comportamento social é maior e mais flexível comparado ao não social, o reforço que acontece geralmente é intermitente num padrão de intervalos variáveis e o comportamento mostrará estabilidade na freqüência.
Contingencias estabelecidas por reforço social dependem da orientação entre a mudança corresponde e a crescente tolerância a estimulação aversiva nas pessoas reforçadoras.
Uma pessoa é fonte importante de estimulação um estimulo social torna-se importante no controle do comportamento por causa das suas contingencias em que se encaixa. Qualquer unidade na classe dos estímulos serve as contingencias e são determinadas pela historia pessoal e cultural. No comportamento de uma única pessoa pode haver diversos grupos e padrões e alguns estímulos sociais são postos de lado porque um ligeiro evento físico parece ter efeito extremamente poderoso.
Os estímulos são importantes porque os reforçadores sociais com os quais se relaciona, são importantes. Os estímulos sociais são importantes para aquele dos quais os reforços sociais são importantes. Os comportamentos verbais fornecem muitos exemplos nos quais se diz que uma pessoa tem um efeito sobre outra alem do escopo das ciências físicas.
Nessas relações há uma tendência de dar um pouco mais do que se recebe, mas isso produzirá o efeito final. Na forma de controle há técnicas que usam força física, apresentação de estímulos condicionados ou incondicionados para eliciar reflexos, inserindo ocasiões discriminatórias ao contexto, usando estímulos para eliminar o comportamento evocando respostas incompatíveis. Estímulos suplementares para induzir o comportamento quando interpretamos uma situação favorável diferenciado agrada tais conseqüências.
Há contingencias de reforço que esclarecem a relação entre comportamento e conseqüências, privação e saciação e emoção controlando respostas reflexas de alguém, mas as variáveis reais responsáveis precisam ser analisadas acaso a caso. Uso de drogas ou controle pelo grupo por exemplo.
Existem agencias que fazem isso, ao discutir agencias controladoras preocupamos nos especialmente com certas espécies de poder, sobre variáveis que afetam o comportamento humano e com as praticas controladoras que podem ser empregadas por causa do poder.
Uma agencia controladora com indivíduos que controlam constitui um sistema social, exemplos são: Governo, religião, economia e educação.
Para auxiliarmos devemos colher as informações isso é o primeiro passo para analise cientifica, segundo devemos demonstrar as relações funcionais, pois a ciência do comportamento dá mais contribuição para terapia que diagnostico.
Para o leitor é importantíssimo Ler na integra a seção 5 capitulo xxiv, Pois mostra os subprodutos do controle com foco em psicoterapia como agencia controladora.
A principal técnica da psicoterapia atua para reverter os comportamentos resultantes da punição da agencias. Há, portanto oposição entre psicoterapia e agencias controladoras.
O psicólogo está interessado na correção de subprodutos do controle. Constata-se facilmente o que está errado com individuo que apresenta esse subproduto, pois uma historia pessoal produziu um organismo cujo comportamento é perigoso e desvantajoso

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